segunda-feira, 14 de junho de 2010

Outonal...

"Ela me cumprimentou sem saber meu nome. E já sabia. Ouvira-o entre amendoeiras, quando sua mente estava vazia. Meu nome soletrado gentilmente. E me estendeu a mão de um modo solene e educado, depois de colher amêndoas. Comemos juntos. [Eu, o maior bocado]. Algumas palavras surgem como sopro, ela me disse. Algumas vozes nos surgem lisas, mas com escamas. Alguns encontros soam como a folhagem de outono: maduros, desde o início."