terça-feira, 31 de janeiro de 2012

J. Edgar

Este foi o de ontem à noite
(que NÃO está concorrendo ao Oscar, em nenhuma categoria):
"Para DiCaprio, Hoover tratava os seus subordinados com pulso firme, mas no fundo entendia que aquela rigidez nos seus métodos era a disciplina em prol dos resultados. 'Ele era obsessivo compulsivo em relação aos seus agentes e como estes eram em todos os aspetos. Eles tinham de ter um certo corte de cabelo, uma certa estatura, uma determinada forma musculada. Eles tinham de usar fatos, de ter uma educação universitária e tinham de saber falar as coisas de forma direta e frontal. É como com os jovens políticos. Ele mudou completamente a face das forças da leia americanas. Ele criou um exército destes homens que ainda hoje são um mistério para nós. Não sabemos como operam, o que fazem por trás das quatro paredes, mas sabemos que estão sempre presentes. Ele sabe que estão sempre lá a fazerem o seu trabalho e a investigar as pessoas. Ele criou uma força federal policial que até hoje é a mais organizada e eficiente'."
Informações completas AQUI.
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O filme mostra, acima de tudo...
um homem em conflito.
Um homem em conflito com as suas firmes convicções
e com o que podia e o que não podia vir à tona, publicamente.
Não é um filme nada sentimental nem piegas.
Mas... Desperta a nossa empatia.
Independente do que julgamos certo ou errado, podem crer:
desperta a nossa empatia...
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UPDATE em 06/02/12 -
crítica da Isabela Boscov AQUI.