segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Mostra DE BERGMAN AO MODERNO CINEMA SUECO

Acontece na cidade, desde o último dia 04,
com programação altamente diversificada
(de cinema a CIRCO DA CHINA,
passando por teatro, espetáculos de dança,
e shows de nomes super consagrados
como Milton Nascimento e Ney Matogrosso)!!!

Enfim...
No quesito cinema, merecem destaque as mostras:
"de Bergman ao moderno cinema sueco",
ocorrida na semana passada;
"retrospectiva Lars Von Trier",
dinamarquês de quem eu conheço apenas o MELANCOLIA;
e, também, "Alejandro González Iñarritu",
mexicano que eu amo,
e de quem já vi tooooooooodos os que serão exibidos.
E - então - pela mostra sueca assistimos,
na última 6a-feira, no CINE BRASÍLIA:

Primeiro, ao clássico A FONTE DA DONZELA,
drama de Ingmar Bergman (que eu adoro, e de quem já assistira Morangos Silvestres, O Sétimo Selo, Gritos e Sussurros, O Silêncio, Persona...), vencedor do Oscar de "melhor filme estrangeiro", em 1961:
"Uma lenda medieval sueca inspirou a fábula "A Filha de Töre em Vangé". "A Fonte da Donzela", por sua vez, foi baseada nessa fábula. Realizado pelo grande mestre do cinema sueco, Ingmar Bergman, sua trama gira em torno de uma jovem adolescente e virgem que, ao ser estuprada e morta, faz surgir milagrosamente uma fonte de água no local do crime. Soberbamente fotografado em preto-e-branco por Sven Nykvist, parceiro de Bergman em inúmeros filmes, esta magnífica produção carrega consigo uma mensagem de fé e esperança do homem, mesmo depois de passar por uma enorme tragédia. Como em diversos outros filmes de Bergman, temas como a violência, a vingança e a necessidade de redenção acham-se presentes. Aliás, raramente tive a oportunidade de, no cinema, ver tais temas serem tratados com a delicadeza impressa por este consagrado cineasta em "A Fonte da Donzela". A religiosidade e a presença de Deus, dois outros temas recorrentes na obra de Bergman, acham-se igualmente presentes."
*Infelizmente, não consegui localizar o trailer...
Esta é, apenas, uma das cenas...

E, por último, ao contemporâneo JALLA JALLA,
a romântica comédia de erros de Josef Fares, vencedora do prêmio de Melhor Primeira Obra do 4o Festival Internacional de Cinema de Brasília, em 2002, que, no início, parece bem bizarra, mas que, depois, rende momentos realmente hilários:
"Roro (Fares Fares), jovem imigrante libanês, e Måns (Torkel Petersson) são amigos e trabalham juntos na manutenção de um parque público na Suécia. Além do trabalho chatinho, a dupla divide ainda as alegrias e as frustrações de suas aventuras amorosas. Roro é apaixonado por Lisa (Tuva Novotny), mas tem medo de apresentá-la à família porque a moça é sueca e não tem nada a ver com a cultura libanesa. E ela não consegue entender porque ele nunca a leva para conhecer os parentes. Lisa pressiona tanto o amado que Roro decide levá-la para conhecer os fam1iliares. O problema é que eles têm outro plano para o jovem: casá-lo com uma garota libanesa, Yasmin (Laleh Pourkarim). Para piorar tudo, o rapaz resolve levar a namorada para casa no dia em que será apresentado para a futura noiva. Sem conseguir dizer "não" para nenhuma das partes, ele passa a dividir seu tempo entre uma e outra moça, até que a situação se torna incontrolável. Nessa confusão, no entanto, há uma boa notícia para Roro: assim como ele, Yasmin também não quer se casar. Os dois decidem levar a farsa adiante até encontrarem uma solução que não desperte a ira das famílias. Enquanto isso, Måns (Torkel Petersson) se desespera ao se descobrir impotente. Apesar de todos o esforço de sua namorada em "animá-lo", ele simplesmente não consegue fazer sexo. Obcecado em resolver seu problema, Måns conta com a ajuda de Roro que o leva aos lugares mais esdrúxulos - do sex shop a um tio curandeiro - para encontrar o remédio para a impotência do rapaz."