quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

6 FILMES DO CARNAVAL...

Antes de passar pelo que foi relatado no POST anterior, assisti (com a Aninha) após uma sessão de compras de livros na Paulus, ao A DAMA DE FERRO, estrelado pela Meryl Streep, e que concorre ao Oscar em 2 categorias (atriz e maquiagem). Depois, realmente não tive mais ânimo para quase nada (queria ter ido conferir, também, O ARTISTA e A INVENÇÃO DE HUGO CABRET), e fiquei quietinha, em casa, de molho, assistindo a alguns filmes locados, e lendo bastante.
Então... Como o ânimo ainda não voltou de todo, vou me limitar, apenas, às informações básicas, tá?
*
O primeiro, no cinema,
foi o A DAMA DE FERRO
(The Iron Lady):
Crítica da Isabela Boscov AQUI.
EU GOSTEI BASTANTE,
ESPECIALMENTE, É CLARO,
DA ATUAÇÃO DA MERYL STREEP!!!
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Agora, os locados:
MADRE JOANA DOS ANJOS
(Matka Joanna od aniolów):
NÃO GOSTEI NÃO.
PARA UM FILME DE EXORCISMO,
MUUUUUUUUUITO FRACO.
:(
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REPÓRTERES DE GUERRA
(The Bang Bang Club):
EXCELENTE!!!
TOOOOOOOODOS DEVIAM ASSISTIR!!!
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CONFLITO ARMADO
(La Milagrosa):
FANTÁSTICO!!!
MAIS UM QUE TOOOOOOOOODOS DEVIAM ASSISTIR!!!
UPDATE em 28/02/12:
Coluna do Clóvis Rossi (FOLHA de hoje):
Na Colômbia, são duas as leituras a respeito do anúncio das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) de que vão abandonar os sequestros como fonte de financiamento. A visão aparentemente minoritária acredita, ainda que cautelosamente, que se trata de um passo para a paz tão desejada em um país que vive praticamente meio século de guerra interna. É a leitura, por exemplo, de Iván Cepeda, histórico militante dos direitos humanos, hoje deputado pelo grupo esquerdista Polo Democrático e integrante da Comissão de Paz do Parlamento. Cepeda qualifica de "gesto histórico" o anúncio das Farc, toma-o como um dos movimentos que o presidente Juan Manuel Santos vinha pedindo à narcoguerrilha para iniciar um diálogo de paz e cobra: "O governo agora deve registrar esses gestos e começar a abrir os cenários para usar a chave da paz". Vale lembrar que o fim dos sequestros e a libertação dos reféns, iniciativas anunciadas pelas Farc, são apenas duas das condições que o presidente Juan Manuel Santos exige para iniciar negociações. Ele quer também o fim do tráfico de drogas, do recrutamento de menores e dos ataques terroristas. Para reforçar a desconfiança com que foi recebido no governo o anúncio da narcoguerrilha, as Farc lançaram violenta ofensiva nas montanhas do Departamento de Cauca, no Sudoeste, menos de 24 horas depois de prometer o fim dos sequestros. Entra então a segunda leitura sobre o anúncio, a pessimista, de que se trata apenas de uma mudança de ramo nos negócios do grupo. Markus Schultze-Kraft, pesquisador do Instituto de Estudos do Desenvolvimento da Universidade de Sussex, lembra, por exemplo, que "o número de sequestros na Colômbia declinou firmemente nos últimos anos devido à crescente capacidade do governo de proteger seus cidadãos". Ou seja, as Farc estariam apenas prometendo não fazer o que já não conseguem fazer com a mesma intensidade. Reforça editorial de ontem do jornal "El Tiempo": "Não faltará o cético que afirme que o sequestro havia deixado de ser uma fonte importante de dinheiro para esse grupo há algum tempo, pois não somente as ações das autoridades tiveram êxito na hora de reduzir o flagelo como o narcotráfico resultou ser uma opção criminosa mais atraente". Antes mesmo do anúncio de domingo, Eduardo Pizarro, em livro de 2011 sobre as Farc, já dizia que o grupo estava procurando alternativas às suas duas fontes principais de recursos, o sequestro extorsivo e o tráfico de drogas, que Pizarro qualificava de "presentes envenenados". O sequestro porque podia colocar seus autores na mira da Corte Penal Internacional e, o tráfico, porque expõe quem o pratica à extradição para os EUA. Pizarro diz que o grupo estava entrando na mineração clandestina, na apropriação de recursos públicos e aumentando o esquema de extorsões. Esta segunda leitura parece mais pertinente: quem se acostumou a movimentar grandes somas de dinheiro não consegue adaptar-se a uma vida mais simples, inevitável se houver uma desmobilização.
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EM UM MUNDO MELHOR
(Hævnen):
NÃO FOI À TOA QUE GANHOU,
NO ANO PASSADO,
O OSCAR DE MELHOR FILME ESTRANGEIRO!!!
SUPER RECOMENDADO!!!
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E, por fim, O GRANDE AMOR DE BEETHOVEN
(Un grand amour de Beethoven):
Hum...
NÃO CURTI NÃO...
:(
Tirando algumas poucas cenas ótimas,
especialmente do processo de surdez,
é beeeeeeeeem chato...